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Netuno - Descoberta do Planeta
envolveu fraude e enganos

enviado por Benedito José Paccanaro


Nada mais netuniano foi revelado sobre a descoberta do planeta Netuno, conforme revista Época, edição nº 257, de 21 de abril de 2003.

A notícia denominada Um blefe astronômico diz “documentos mostram fraude inglesa na descoberta de Netuno” corroborando um dos modos como este planeta atua astrologicamente.

O astrônomo francês Urbain Jean-Joseph Le Verrier (1811-1877) mal anunciou a localização do planeta, em 23 de setembro de 1846, para que cientistas ingleses reivindicassem a proeza e garantissem a descoberta de Netuno.

A matéria diz ´na dúvida, a História registrou a descoberta do oitavo planeta do sistema solar como uma parceria entre o francês Le Verrier e o jovem matemático inglês John Couch Adams (1819-1892)”. Mais uma vez observamos sinais de enganos, dúvidas, o próprio escorregão da História, uma forma de contornar a situação, próprios das perspectivas netunianas.

Porém, agora, mais de 150 anos após o episódio, o historiador inglês Nicholas Kollerstrom teve acesso à troca de correspondência entre Adams e outros cientistas britânicos – documentação que havia sumido (termo muito apropriado para as implicações do planeta) e foi encontrada em 1999 num observatório astronômico do Chile. Os registros encontrados provam que Adams levou a fama sem merecer.

“Ele fez cálculos para localizar o planeta, mas errou em suas previsões e não foi capaz de apontar onde ficava Netuno”, constatou Kollerstrom. Palavras estas que endossam as qualidades do oitavo planeta – erros, incapacidade de apontar – são formas típicas de como Netuno age no sentido astrológico. E a descoberta dos planetas sempre envolve acontecimentos característicos e típicos dos próprios planetas sob o prisma da Astrologia – a chamada sincronicidade.

A matéria descreve que perturbações na órbita do planeta Netuno levaram os astrônomos a acreditar que havia mais de um astro nas fronteiras do sistema solar. Le Verrier fez os cálculos certos, passou os dados a um centro de observação em Berlim – que voltou seus telescópios para o local apontado e, seis horas depois, enxergou Netuno pela primeira vez. Porém, Adams, que também pesquisava a perturbação, chegara a resultados confusos. Acabou descartando-os. Os erros e as vacilações do matemático se explicam por sua pouca experiência: tinha 27 anos na ocasião da descoberta.

A construção do mito não foi obra dele, mas de George Airy (1801-1892), o mais influente astrônomo inglês daquele tempo. Airy assegurou publicamente, em encontros científicos, que o jovem fizera a descoberta. E assumiu a culpa por não ter dado crédito à proeza. “O aval de Airy fabricou o herói da matemática britânica e suas previsões maravilhosas”, diz Kollerstrom.

As condições atmosféricas de Netuno, modificáveis e alteráveis completamente em pouco tempo, são um dos atributos do planeta sob a ótica da Astrologia. De acordo com fotos obtidas pelo telescópio Hubble os observadores descobriram que a atmosfera netuniana é muito mais dinâmica do que acreditavam. As imagens mostraram no hemisfério norte do planeta Netuno uma imensa mancha escura a qual não havia sido registrada nas fotos tiradas em 1989 pela nave espacial “Voyager 2”. Além disso, uma outra mancha escura observada pela nave no hemisfério sul de Netuno não existe mais. Tais observações demonstram que a situação atmosférica de Netuno alterou consideravelmente desde 1.989. As novas características que denotam interessante dinamismo levam o planeta a sofrer completa alteração em pouco espaço de tempo. Netuno, em seu movimento, apresenta uma face mutável, a qual sofre mudanças, um verdadeiro mimetismo, algo que se aproxima das tendências verificadas nos significados astrológicos do referido planeta. Assim, é um planeta mágico, cheio de névoas, como se caracteriza dentro do seu entendimento astrológico.

Na época da sua descoberta surgiram a anestesia, manifestações espíritas e novos profetas como Joseph Smith. A Teosofia no Ocidente, a doutrina de Blavstsky, e desenvolvimento de filosofias orientais como o ioga, a acupuntura, etc. ocorrência de uma verdadeira fusão entre o Oriente e o Ocidente. A corrida do petróleo nos Estados Unidos. Surgimento de pesquisas metafísicas. O uso do éter em cirurgia, pela primeira vez, em 1846, e utilização do gás para iluminação.

Foi descoberto no signo de Gêmeos, em 1846.

Netuno é o deus dos oceanos- a parte fluídica da Terra.

Netuno é símbolos de coisas tênues, fluídicas, tal como o gás que necessita ser mantido fechado para não fluir. Representa as coisas da natureza mais intangíveis e etéreas. Tem uma conotação forte com assuntos “nebulosos”. O sutil como a espiritualidade, as práticas místicas e os arroubos de inspiração tanto divina, como fantasiosas, ou artísticas.

O mundo não-material, de natureza tipicamente espiritual, o ilimitado. Poder de dissolver as fronteiras do mundo material contatando-se com o mundo invisível movido pela noção da intangibilidade. O inconsciente donde emana um mundo invisível e intangível de sonho, fascinação, do artístico, do inspirador. Muito a ver com assuntos, interesses, fatos e relações de natureza menos materiais, mais sutis que nos cerca tanto consciente como inconscientemente.

Tem relação com os estados de catalepsia, fenômenos de telepatia, a hipnose. Profunda ligação com os conteúdos e sentidos da Psicologia.

O sonho por sua natureza é um estado onde de forma não consciente encontramo-nos dissolvido no mundo astral.

Assim é Netuno sob a ótica astrológica...sujeição a erros, enganos, fraudes, mentiras, ilusões, confusões...

Texto enviado por:
Benedito José Paccanaro

bjpaccanaro@uol.com.br

Publicado neste site em 14/08/2007

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