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Seção de Textos e Artigos


A Origem dos Signos do Zodíaco
(extraído do livro A Astrologia, autor Suzel Fuzeau-Brasesch, editora Jorge Zahar, 1990)
enviado por Benedito J. Paccanaro


Áries: os antigos povos pastores, criadores de gado de pequeno porte, observam uma correspondência entre a volta da primavera, a transformação da Terra e a proliferação dos rebanhos.

Touro: este signo seria proveniente dos criadores de gado de grande porte da Ásia Menor. Certamente muito antigo, estaria ligado ao culto solar introduzido pelos sumérios vindos do leste. Encontraram-se, em selos, representações de touros e escorpiões: 3000 anos antes, o Sol se levantava na constelação do mesmo nome a 21 de março e se punha no outono em Escorpião.

Gêmeos: este nome se encontra em antigos textos cuneiformes. Um dragão bicéfalo, para os semitas do norte, transformava-se em dois homens, não se sabe sob que influência.

Câncer: inicialmente eram as cabeças aproximadas de um dragão macho com cabeça de abutre e de uma fêmea com cabeça de leão; tornou-se posteriormente a imagem de um lagostim ou de um caranguejo.

Leão: em antigos relevos da Babilônia, o Leão assumia freqüentemente a forma de demônio. Tornou-se Leão na qualidade de animal real, símbolo dos soberanos reinantes na Mesopotâmia, havendo assimilado, talvez, a potência real, como a do Sol, no zênite de sua força.

Virgem: vê-se nesse signo um vestígio do conceito matriarcal que por muito tempo dominou o mundo mediterrâneo pré-indo-europeu, da Espanha ao Eufrates. A deusa da fecundidade era expressa numa Virgem, que as mulheres da Babilônia cultuavam sob o nome de Ishtar.

Libra: seria um signo recente, pois a epopéia de Gilgamesh, escrita pelos antigos sumérios, da qual se acharam numerosos fragmentos, não o menciona. Corresponderia ao “guardião da Balança” representando o mercador das primeiras grandes cidades da Mesopotâmia.

Escorpião: o animal foi muito temido na Babilônia, pois os anais citam mortes de reis provocadas por sua picada, Nos vales da Acádia era Girtab (aquele que morde).

Sagitário: os babilônios o representavam como um signo híbrido, possuindo uma certa majestade. Os gregos fariam dele um centauro.

Capricórnio: na Mesopotâmia, tratava-se de um ser duplo, espécie de terrível peixe-cabra. Mais tarde os gregos veriam nele uma simples cabra, de certa mansuetude, correspondente às solidões pedregosas da região.

Aquário: na Babilônia, era representado sob a forma de um homem ajoelhado, vertendo a chuva de uma urna. Mais tarde, será o portador de ânfora que trazia as inundações.

Peixes: relaciona-se com os pescadores do Eufrates e do Tigre, que teriam observado correspondências entre essa constelação no céu e a época da desova nos rios.

Esse zodíaco já podia ser visto na tabuinha de Cambises (século VI a. C.).


Texto enviado por:
Benedito J. Paccanaro

bjpaccanaro@uol.com.br

Publicado neste site em 07/02/2009



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